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Avaliação nutricional: importância, métodos e técnicas

há 8 meses     -     
Avaliação nutricional: importância, métodos e técnicas

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A avaliação do estado nutricional é fundamental no estabelecimento do diagnóstico nutricional do indivíduo. Consiste da obtenção de dados alimentares, exames físicos, bioquímicos, antecedentes e composição corporal.

Sendo uma forma importante de determinar o bom e desejável estado nutricional, identificando os indivíduos com maior risco para o desenvolvimento de distúrbios relacionados ao estado nutricional.

No presente resumo, explanaremos sobre a importância e os principais assuntos relacionados a avaliação nutricional, sua fundamentação teórica, seus métodos e técnicas, de forma sucinta.

Onde estaremos abordando assuntos como: estado nutricional, anamnese, os inquéritos alimentares, a composição corporal, antropometria. E, além disso, o exame físico e exames laboratoriais.

 

Sumário

 

1 AVALIAÇÃO DIETÉTICA.

2. AVALIAÇÃO ANTROPOMÉTRICA.

3. EXAME FÍSICO.

4. TRIAGEM NUTRICIONAL

5. AVALIAÇÃO BIOQUÍMICA

 

1. AVALIAÇÃO DIETÉTICA

 

A avaliação do consumo alimentar do indivíduo requer a definição clara da finalidade a ser alcançada para orientar aseleção do método de inquérito.

Os inquéritos alimentares são instrumentos de avaliação de consumo alimentar tanto de indivíduos quanto de grupos populacionais, que produzem dados qualitativos e quantitativos da ingestão alimentar. Os tipos de inquéritos são:

 

 

 

Métodos retrospectivos:

• Recordatório de 24 horas

• Questionário de frequência alimentar

• História dietética

 

Métodos prospectivos:

• Registro alimentar ou diário alimentar (estimado, pesado, visual)

 

 

2. AVALIAÇÃO ANTROPOMÉTRICA

 

A avaliação antropométrica baseia-se na medição de dimensões físicas corporais, a fim de gerar informações sobre a massa corporal total, a composição corporal e a distribuição da gordura corporal bem como crescimento e desenvolvimento de crianças e adolescentes.

Assim, a partir de medidas como peso, altura, dobras e circunferências, por exemplo, é possível avaliar o estado nutricional de indivíduos das mais variadas faixas etárias e condições de saúde. A antropometria tem como vantagem ser de baixo custo, não invasiva e fidedigna.

 

Peso, estatura e massa corporal total

  • Peso

O peso refere-se à soma de todos os compartimentos corporais, aferidos diretamente com auxílio de uma balança ou estimado por equações.

  • Estatura

A estatura do indivíduo pode ser aferida diretamente no estadiômetro ou estimada, conforme métodos listados no quadro a seguir.

 

  • Índice de Massa Corporal (IMC)

Utilizado para classificação do estado nutricional, a partir do peso e estatura. Embora apresente alta correlação com a gordura corporal total, o IMC não discrimina a composição corporal, sendo esta sua maior limitação na prática clínica.

 

Quadro 01. Classificação de peso em adultos de acordo com o IMC

 

CLASSIFICAÇÃO DE PESO

IMC (KG/M2)

Magreza grau III (grave)

< 16,0

Magreza grau II (moderada)

16,0 - 16,9

Magreza grau I (leve)

17,0 - 18,49

Faixa de normalidade

18,5 - 24,9

Sobrepeso

≥ 25

Pré-obesidade

25,0 - 29,9

Obesidade grau I

30,0 - 34,9

Obesidade grau II

35,0 - 39,9

Obesidade grau III

≥ 40,0

Fonte: Organização Mundial da Saúde.

 

Vale ressaltar que os valores de referência do IMC para idosos são diferentes dos propostos para adultos.

 

Quadro 02. Classificação de peso em idosos de acordo com o IMC

CLASSIFICAÇÃO DE PESO

IMC (KG/M2)

Baixo Peso

<22kg/m²

Eutrofia

22 a 27Kg/m²

Excesso de Peso

>27Kg/m²

                            Fonte: Lipshitz

 

  • Dobras cutâneas e estimativa da reserva de gordura corporal

São medidas indicativas da quantidade de tecido adiposo subcutâneo, equivalente a 50% da gordura armazenada do corpo, podendo indicar o conteúdo de gordura total.

 

Quadro 03. Padronização de medidas de dobras cutâneas.

DOBRA CUTÂNEA

DESCRIÇÃO DA MEDIDA

Tríceps

É medida na face posterior do braço, no ponto que compreende a metade da distância entre a borda súperolateral do acrômio e o olecrano

Subescapular

A medida é realizada obliquamente em relação ao eixo longitudinal, seguindo a orientação dos arcos costais, sendo localizada dois centímetros abaixo do ângulo inferior da escápula

Axilar média

É localizada no ponto de intersecção entre a linha axilar média e uma linha imaginária transversal na altura do apêndice xifoide do esterno.

Supra-ilíaca

É obtida obliquamente em relação ao eixo longitudinal, na metade da distância entre o último arco costal e a crista ilíaca, sobre a linha axilar média.

Bicipital

É medida no ponto de maior circunferência aparente do ventre muscular do bíceps.

Torácica

É uma medida oblíqua em relação ao eixo longitudinal, na metade da distância entre a linha axilar anterior e o mamilo, para homens, e a um terço da linha axilar anterior, para mulheres.

Abdominal

É medida aproximadamente a dois centímetros à direita da cicatriz umbilical.

 

  • Equações preditivas para estimativa da densidade e porcentagem de gordura corporal

 

A quantidade de gordura corporal pode ser determinada por equações de predição que utilizem dobras cutâneas. A partir dessas equações, calcula-se a densidade corporal que é utilizada para o cálculo de percentual de gordura corporal.

 Exemplos de equações de predição para adultos podem ser observados a seguir:

  • Dobras para homens de 18 a 61 anos de idade
  • Dobras cutâneas - Peitoral + Abdominal + Coxa + Supra-ilíaca +
  • Subescapular +Tricipital + Axilar média;
  • Densidade corporal - Dc(g/cm3 ) = 1,112 - 0,00043499 × (Somatória das 7 Dobras) + 0,00000055×(Somatória das 7 Dobras)2 - 0,00028826 × (Idade);
  • % de gordura corporal - % MG = [(4,95/Dc) - 4,50] × 100.

Dobras para mulheres de 18 a 55 anos de idade

  • Dobras cutâneas - Peitoral + Abdominal + Coxa + Suprailíaca + Subescapular + Tricipital + Axilar média
  • Densidade corporal - D = 1,097 - 0,00046971 (Somatória das 7 Dobras) + 0,00000056 (Somatória das 7 Dobras)2 - 0,00012828 (Idade)
  • % de gordura corporal: %MG=[(4,95/Dc)-4,50]×100

 

Quadro 04. Valores padrões de percentuais de gordura corporal

 

CLASSIFICAÇÕES

HOMENS

MULHERES

Risco (desnutrição)

< 5%

< 8%

Abaixo da média

6 - 14%

9 - 22%

Média

15%

23%

Acima da média

16 - 24%

24-31%

Risco

>25 %

>32%

 

Estimativa da reserva de massa muscular e da força muscular

 

A estimativa da reserva de massa muscular pela antropometria pode ser feita a partir da circunferência do braço (CB) e das equações da circunferência muscular do braço (CMB), área muscular do braço (AMB) e área muscular do braço corrigida (AMBc).

Em todos os casos, são necessárias as medidas da CB e da dobra cutânea triciptal. São considerados com déficit de massa muscular aqueles indivíduos com CB, AMB ou AMBc< percentil 5 e com risco de déficit aqueles com os indicadores entre percentil 5 e percentil 15.

A circunferência da panturrilha (CP) também é um indicador importante da reserva muscular em idosos, sendo considerado com baixa reserva muscular os indivíduos com 60 anos ou mais que apresentarem a CP < 31cm.

  • Distribuição da gordura corporal

 A circunferência da cintura pode ser usada para identificação do risco de doença cardiovascular. Ela deve ser medida no ponto médio entre a última costela flutuante e a crista ilíaca.

A circunferência do quadril, por sua vez, pode ser utilizada junto com a circunferência da cintura no indicador Razão Cintura-Quadril (RCQ), que também é um indicador de gordura visceral.

 Valores ≥ 1,0 para homens e ≥ 0,8 para mulheres seriam indicativos de obesidade abdominal, e, consequentemente, de maior risco de doenças crônicas não transmissíveis.

  • Bioimpedância elétrica

A análise de bioimpedância elétrica é considerada um método rápido e não invasivo para avaliar a composição corporal do indivíduo. O corpo humano tem seu volume total distribuído em fluidos intra e extracelulares, que representam condutores elétricos.

 A facilidade de condução elétrica é diretamente proporcional à quantidade de água corporal e de eletrólitos dos tecidos corporais.

Assim, a medida de bioimpedância elétrica é o resultado da resistência oferecida pelos tecidos corporais à passagem de uma corrente elétrica, que não é capaz de determinar alterações fisiológicas.

 Tecidos hidratados, como a massa muscular, apresentam alta condutividade e baixa resistência a passagem da corrente enquanto os tecidos pouco hidratados, como o tecido adiposo, apresentam baixa condutividade e alta resistência a passagem da corrente elétrica.

Portanto, a bioimpedância elétrica é utilizada para determinar a água corporal total e, posteriormente, estimar a massa livre de gordura e o percentual de gordura.

 Vale ressaltar que fatores que alteram o estado de hidratação do indivíduo, como alimentação, bebidas, alguns medicamentos, desidratação e exercícios físicos podem ser considerados fonte de erro desse método.

 

3. EXAME FÍSICO

O exame físico combinado com outros componentes da avaliação nutricional (Ex. antropometria) oferece uma perspectiva única da evolução do estado nutricional, identificando sinais e sintomas de desvios nutricionais.

O exame físico pode fornecer evidências das deficiências e excessos nutricionais que podem afetar o estado nutricional que muitas vezes não são identificados durante a entrevista.

Trata-se de um método simples e de baixo custo, porém de baixa especificidade e que requer avaliador com olhar clínico apurado.

 Além disso, a detecção das carências nutricionais é tardia, quando as mesmas já estão instaladas e em estágio avançado.

 

4. TRIAGEM NUTRICIONAL

 

Triagem de risco nutricional é um procedimento de identificação de indivíduos desnutridos ou com risco de desnutrição para determinar se a avaliação nutricional detalhada será necessária.

 Esse procedimento deve ser rápido e aplicado nas primeiras 24-72 horas após a admissão hospitalar ou no primeiro contato em serviços ambulatoriais e pode ser realizado por qualquer membro da equipe de saúde. Sendo seu principal objetivo a identificação precoce da desnutrição.

Diversos métodos de triagem estão disponíveis na literatura, mas os mais utilizados na prática clínica são a Triagem de Risco Nutricional (NRS-2002), a Mini-Avaliação Nutricional (MAN) e a Avaliação Subjetiva Global (ASG).

 

5. AVALIAÇÃO BIOQUÍMICA

 

A utilização de exames laboratoriais possibilita confirmar o diagnóstico mais precocemente, correlacionando os resultados com o estado clínico informado. Detectando deficiências nutricionais, fornecendo um diagnóstico de má nutrição específica.

A interpretação dos indicadores bioquímicos deve ser feita com cautela, tendo em vista a ampla variedade de situações clínicas e ambientais que podem interferir nestes marcadores como doenças hepáticas e renais, processos infecciosos e inflamatórios, desidratação e exercício físico.

A avaliação bioquímica isolada, não deve ser conclusiva sobre o estado nutricional do indivíduo. A combinação de dados antropométricos, inquérito alimentar e achados laboratoriais representa o método mais apropriado para traçar o diagnóstico.

  • Proteínas

Quando a depleção proteica é muito severa, as concentrações de proteínas plasmáticas diminuem, bem como os percentuais de proteínas viscerais. Sendo assim, a dosagem laboratorial destas proteínas assume um papel valioso na avaliação do estado nutricional de indivíduos enfermos.

O Índice Creatinina-Altura e a dosagem urinária da 3-Metil Histidina auxiliam na identificação das condições do compartimento muscular.

  • Índice Creatinina-Altura

Durante a desnutrição, a degradação intensa do músculo esquelético pode ser aferida a partir da dosagem da creatinina urinária, que é um metabólito derivado da hidrólise da creatina e que tem sua excreção urinária aumentada nestas condições.

  • Metil Histidina Urinária

 É um metabólito formado a partir de histidina na síntese das proteínas musculares actina e miosina. Sua excreção se faz por via urinária e está relacionada ao catabolismo muscular.

 A restrição alimentar prolongada, bem como as situações de injúria, compromete também a integridade visceral. A maioria dos órgãos tem redução de sua massa proporcionalmente à perda de massa corpórea total.

 A dosagem de algumas proteínas sintetizadas por eles, em associação com outros parâmetros, é útil na avaliação do comprometimento visceral e no diagnóstico nutricional.

  • Albumina

A albumina é uma proteína de síntese hepática abundante no meio extracelular. Possui meia-vida de 18 a 20 dias. A diminuição desta proteína no sangue faz com que ocorra a passagem de líquido para o espaço extravascular e o ocorra o surgimento de edema.

A hipoalbuminemiapode estar relacionada com a desnutrição, e, portanto, a dosagem dessa proteína representa uma medida de avaliação do estado nutricional. Contudo, devido sua meia-vida longa, a albumina é considerada um marcador tardio de desnutrição.

  • Pré-Albumina

 É uma proteína de síntese hepática e reduz a desnutrição e nas enfermidades hepáticas. Possui meia-vida de dois dias e, por isso, é um marcador precoce de desnutrição.

  • Transferrina

É uma proteína de síntese hepática relacionada com o transporte de ferro sérico. Possui meia-vida de sete a oito dias o que a caracteriza como marcador tardio de desnutrição. Sua utilização como parâmetro de avaliação do estado nutricional deve ser restrita em condições como: doenças hepáticas, anemias importantes e hemossiderose.

  • ProteínaTransportadora de Retinol

Esta proteína, ligada à albumina, tem ação no transporte de vitamina A (retinol) do tecido hepático para outros tecidos. Apresenta uma sensibilidade muito grande à restrição calórica e proteica. Possui meia-vida de apenas 12 horas.

  • Avaliação da Competência Imunológica
  • Testes Cutâneos

 A desnutrição pode alterar a imunidade celular e uma de suas manifestações é a hipersensibilidade cutânea tardia a antígenos específicos, geralmente já conhecidos pelo organismo.

A avaliação da imunidade celular é feita, por testes cutâneos através da administração intradérmica de antígenos padronizados. Após 24 a 72 horas é efetuada a leitura do diâmetro da induração formada. Indivíduos com induração menor que 10mm são considerados com depleção proteica.

  • Contagem Total de Linfócitos

Um dos fatores que podem interferir na contagem total de linfócitos é o estado nutricional. Por isso ela é um parâmetro nutricional para a medição da competência imunológica.

  • Monitoração da terapia nutricional
  • Balanço Nitrogenado (BN)

Como a proteína é fator limitante na determinação da sobrevida, a maioria das avaliações nutricionais focam nas funções derivadas da proteína. O balanço nitrogenado é um método útil, embora aproximado para avaliação da ingestão e degradação proteica.

Apesar das limitações do balanço nitrogenado, ele continua sendo o melhor método quantitativo e dinâmico de observar a continuidade da terapêutica nutricional.

  • Eritrograma e reserva de ferro

O eritrograma é dividido em concentração de hemácias (Hem) e hemoglobina (Hb), hematócrito (HT), volume corpuscular médio (VCM), hemoglobina corpuscular média (HCM) e Amplitude de Distribuição dos Glóbulos Vermelhos (RDW).

 O comportamento desses parâmetros na presença de anemia ferropriva (anemia por deficiência de ferro), que tem característica microcitica e hipocrômica, e na anemia por carência de folato e/ou cobalamina, caracterizada como hipercrômica e megalobástica

A reserva de ferro pode ainda ser avaliada pela concentração sérica da ferritina, transferrina e saturação da transferrina.

Na deficiência de ferro, a ferritina, proteína responsável pela sua reserva no fígado, encontra-se reduzida enquanto a transferrina, proteína transportadora do ferro no sangue, encontra-se aumentada.

 A saturação da transferrina, nessas situações, encontra-se baixa, o que quer dizer que ela carreia uma quantidade pequena de ferro.

 

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  • Este manual aborda temas base para o estudo da Nutrição. É o alicerce para todos os demais conteúdos, abordando desde a classificação e características de os macros e micronutrientes, bem como a biodisponibilidade e abordagem nutricional até a avaliação nutricional. Ou seja, são assuntos primordiais e decisivos em concursos.

 

SUMÁRIO

 

BASES NUTRICIONAIS

1. Introdução

2. Leis da nutrição

3. Classificação dos alimentos

4. Classificação dos nutrientes

5. Recomendações nutricionais

  • Quadro Resumo
  • Quadro Esquemático
  • Questões Comentadas
  • Referências

MACRONUTRIENTES – CARBOIDRATOS

1. Introdução

2. Classificação

3. Digestão, absorção e metabolismo de carboidratos

4. Índice glicêmico x carga glicêmica

5. Recomendações de carboidratos

  • Quadro Resumo
  • Quadro Esquemático
  • Questões Comentadas
  • Referências

MACRONUTRIENTES – PROTEÍNAS

1. Introdução

2. Classificação das proteínas

3. Classificação dos aminoácidos

4. Funções das proteínas

5. Digestão, absorção e metabolismo proteico

6. Vias não proteicas de utilização do nitrogênio de aminoácidos

7. Determinação quantitativa de proteínas em alimentos

8. Recomendações de proteínas

  • Quadro Resumo
  • Quadro Esquemático
  • Questões Comentadas
  • Referências

MACRONUTRIENTES – LIPÍDOS

1. Introdução

2. Classificação dos lipídios

3. Funções

4. Digestão, absorção e metabolismo lipídico

5. Recomendações de lipídios

  • Quadro Resumo
  • Quadro Esquemático
  • Questões Comentadas
  • Referências

 

MICRONUTRIENTES – VITAMINAS

1. Introdução

2. Vitaminas lipossolúveis

3. Vitaminas hidrossolúveis

  • Quadro Resumo
  • Questões Comentadas
  • Referências

MICRONUTRIENTES – MINERAIS

1. Introdução

2. Macrominerais

3. Microminerais

4. Elementos tóxicos

  • Quadro Resumo
  • Questões Comentadas
  • Referências

BIODISPONIBILIDADE DE NUTRIENTES

1. Introdução

2. Biodisponibilidade de macronutrientes

3. Biodisponibilidade de micronutrientes

  • Quadro Resumo
  • Questões Comentadas
  • Referências

AVALIAÇÃO NUTRICIONAL

1. Introdução

2. Avaliação dietética

3. Avaliação antropométrica

4. Exame físico

5. Triagem nutricional

6. Avaliação bioquímica

  • Quadro Resumo
  • Questões Comentadas
  • Referências

 

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